Especialista diz que, a taxação de grandes fortunas passa por escolhas políticas e econômicas, que ultrapassam a linha da racionalidade jurídico-tributária.
Segundo o Procon, a ideia é evitar golpes aplicados com máquinas de cartão, já que as reclamações no primeiro semestre já superam as registradas durante todo o ano passado.
Diante do cenário pandêmico, alta da inflação e redução de benefícios fiscais, consumidor já pode preparar o bolso para gastar mais com presentes e em restaurantes neste ano